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Por ocasião do dia de Portugal (
) . No Cine Atlântico, às 21:00h do dia 9 de Junho. Por 4.000Akz.

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“Ter consciência é brutal !!!”
virou gigante !!! Grande Barça. No duelo, eu era Messi. E Barça, sempre!!! Mas gostava de ter visto um jogo de futebol bem melhor, o M.United não jogou nada, pareciam apáticos, não acertavam um lance, um passe, enfim.
E descobri que trocar o Quique, só pelo Guardiola
… por todas as razões e mais uma, tenho que continuar no mesmo nível … de beleza !!! (O Guardiola ainda é mais lindo
)

Foto: Max Rossi/Reuters
Outro dos meus ídolos de sempre do futebol mundial é/foi Paolo Maldini:
Josep Guardiola dedicó hoy el triunfo de la Liga de Campeones al capitán del Milán, Paolo Maldini, que acaba de colgar las botas a sus casi 41 años de edad. “Dedico esta Copa al fútbol italiano y especialmente a Paolo Maldini, que no se preocupe porque tiene la admiración de toda Europa”, dijo Guardiola entrevistado por la televisión pública italiana RAI al final del encuentro frente al Manchester, al que ganó el Barcelona por 2-0. Guardiola agregó que Maldini ha sido “un ejemplo para todos”. El técnico barcelonista añadió que “sabía” que el capitán del Milán tuvo “algunos problemas” el pasado domingo, el día de la despedida (fue abucheado por parte de los hinchas), y manifestó que “si cambia de idea (no cuelga las botas) y quiere jugar un año más puede venir a jugar con nosotros”. [em ElPais]
Que maravilha, façam como eu, façam uma pausa para um café, headphones nos ouvidos, um momento de puro relax para aproveitar esta pérola. Se quiserem chamem os colegas do lado, som médio e vão ver que a vossa tarde se torna mais produtiva. E que jovens que todos nós eramos, no tempo em que valia tudo
Obrigado marpires, depois da aula de pilates, nada como caetanear e djavanear !!!

foto de "abola"
“Arena”, curta-metragem de João Salaviza (25 anos), conquistou aquilo que nunca um filme português conseguiu: uma Palma de Ouro. É a maior distinção de sempre do cinema português nesta categoria. Produzido pela Filmes do Tejo e rodado no Bairro da Flamenga, na zona de Chelas, o filme, de 17 minutos, centra-se na história de um rapaz dos subúrbios (Carloto Cotta) que está em prisão domiciliária.
“queria mostrar que a realidade, sobretudo naquele bairro, é sempre anterior à presença da câmara e trabalhar a ideia de que a liberdade é uma coisa efémera. Por isso, criei um protagonista que está em permanente confronto. O verdadeiro antagonista da personagem não é o bairro, nem os miúdos que o assaltam: é o tempo.” – disse João Salaviza, em entrevista ao Expresso.
[fonte : Expresso]
É um aviso à navegação. É lógico que este cenário favorece as administrações e neste caso particular, a Autoeuropa, mas por isso mesmo, há que ser ponderado.
O recuo da Comissão de Trabalhadores e a conquista de “um novo modelo” para produzir em Palmela são os únicos meios para viabilizar a Autoeuropa. Fonte governamental garantiu ao Diário Económico que o Executivo está “fortemente preocupado” com a “inflexibilidade” da Comissão de Trabalhadores que não aceitou a opção de trabalho ao sábado sem pagamento extraordinário. E justificou mesmo essa preocupação com o facto de não haver alternativa para assegurar o futuro da empresa em Portugal.
A proposta dos sábados aplica-se aos trabalhadores com menos de 208 dias anuais. E a não aceitação desta implicará a redução para um turno e a dispensa de 250 trabalhadores contratados a termo e de alguns efectivos.
Assim, há apenas duas saídas para o complexo problema e que envolvem necessariamente os representantes dos trabalhadores: um retrocesso na “intransigência” negocial e a conquista de um novo modelo da Volkswagen para garantir que a empresa-mãe não deslocaliza, pura e simplesmente.A possível saída da maior fábrica de carros portuguesa colocará em risco a sobrevivência de cerca de nove mil postos de trabalhado na zona de Palmela. No total, a fábrica gera 3.028 postos de trabalho directos e mais 6.190 indirectos, entre fornecedores e serviços distribuídos pela região de Palmela. Estes números foram facultados pela Autoeuropa que, para já, afasta a possibilidade da deslocalização da fábrica.
Porque há muita gente a perder diariamente o emprego e a desesperar por outro.
O número de desempregados inscristos nos centros de emprego, em Abril, aumentou 27,3%, para 491 635, a maior subida desde Julho de 2003. Face a Abril de 2008, há mais 105 294 desempregados, o que representa 287 pessoas por dia.
Foi a aNa que me enviou o convite a quem agradeço. O livro eu já tenho há um tempito. Hoje não posso ir, mas um dia destes passo por lá, venham também.

©Kiluanje Liberdade
A Plataforma Revólver tem o prazer de anunciar a inauguração da exposição Agora Luanda de Kiluanje Liberdade e Inês Gonçalves que terá lugar no dia 21 de Maio de 2009, às 22 horas. A exposição estará patente ao público até dia 20 de Junho de 2009.
Curadoria: Paulo Reis
Local: Plataforma Revólver
Rua da Boavista 84, 3º
1200, Lisboa
tel. +351 213 433 259
e-mail: plataformarevolver@gmail.com
Sobre os artistas:
Kiluanje Liberdade luso-angolano, 30 anos, carrega um daqueles nomes capazes de só por si imporem destinos: um nome, aliás, característico da euforia nacionalista que se vivia à data da independência de Angola, quando todos os sonhos eram ainda possíveis, e, mais do que possíveis, legítimos e necessários.
Radicado em Lisboa desde criança licenciou-se em Ciências da Comunicação e da Cultura, vertente de Gestão Cultural, na Universidade Lusófona, e é actualmente mestrando de Estudos Africanos, no ISCTE.
Em 1996 realizou o documentário “O Rap é uma Arma”, que recebeu o Prémio para a Melhor Primeira Obra no Festival Internacional de Cinema Documental da Malaposta-Amascultura. Exibido várias vezes na RTP.
Kiluanje trabalhou ainda com Inês Gonçalves e Vasco Pimentel, em 1999, no documentário “Outros Bairros”. Era já a vontade de iluminar e de dar voz, ou melhor, de dar a conhecer a luz e a voz, de grupos sociais colocados na “margem da zona limite”, para utilizar uma bela expressão com que o pintor António Ole baptizou uma das suas mostras individuais.
Já em 2005, Kiluanje Liberdade realizou, juntamente com o escritor Ondjaki um documentário sobre Luanda com o título “Oxalá Cresçam Pitangas”.
Inês Gonçalves nasceu em Málaga. Entre 1984 e 1986 frequentou o Photographic Training Centre, em Londres; trabalhou como fotógrafa para o semanário “O Independente”. Foi Editora de Fotografia da revista “Kapa”. Expôs em 1992 no Circulo de Bellas Artes de Madrid; em 1994 no Festival Internacional de Fotografia de Moda de Paris; em 1996 nos Encontros de Fotografia de Coimbra, entre outros.
Publicou:
“Fotografias de Moda”, texto de Teresa Coelho e Rui Henriques Coimbra, por ocasião da exposição no Edifício Olaio, 1994.
“Obras do Metro”, Metropolitano de Lisboa, 1996.
“Cabo Verde”, texto de João Miguel Fernandes Jorge, edição dos Encontros de Fotografia de Coimbra, 1999.
“Coimbra”, texto de Pedro Paixão, Editora Quarteto, 2000.
“Goa: História de um Encontro”, texto de Catarina Portas, Almedina, 2001.
“Manto de Ceres”, com Albano da Silva Pereira, edição do Centro Cultural Raiano de Idanha-a-Nova, 1997.
“Imagens Médicas, Fragmentos de uma História”, concepção e coordenação de Manuel Valente Alves, textos de vários autores, Porto Editora 2001.
“Topografias da Vinha e do Vinho”, Coordenação de José Maçãs de Carvalho, Assírio & Alvim, 2003.
“Tráfego, Antologia Crítica da Nova Visualidade Portuguesa”, Coordenação de Alexandre Melo, Porto 2001.
Em 2000 realizou com Kiluanje Liberdade e Vasco Pimentel o documentário “Outros Bairros”.
Em 2006 realizou com Vasco Pimentel o documentário “Pátria Incerta”.

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©Kianda/20-05-2009
… ou da sereia !!! Xó, aqui na tuga tá fixe
… apanha o taag e aparece