Archive for 22 de Abril, 2010

Playboy Angola

Abril 22, 2010

Sempre a subir … acredito que seria o comentário de muita gente, aqueles que quando tu dizes “Não há luz outra vez” respondem “mas estamos sempre a subir, mana!!!” e que bem que fica aqui o “sempre a subir … “

Eu, não comento, vou deixar aqui a notícia sem opinião. Acreditando porém no sucesso das vendas, nas bancas ou fora delas, e tenho um palpite de quem será a primeira capa, mas também vou guardar para mim.

Tou assim, egoísta. E já, uma vez mais, com saudades do teu cometário que seria de certeza com o humor que te caracteriza(va).

Frestacom, dona da Playboy Portugal, tem assegurados os direitos para a publicação da revista masculina no mundo lusófono, excetuando no Brasil, e quer lançar a Playboy Angola já em 2010 e, possivelmente, criar também a revista em Moçambique este ano.  

“Desde o início pretendemos sempre expandir a atividade para os países lusófonos, menos para o mercado brasileiro, onda a marca já está implementada em força há vários anos, e o passo um vai ser em Angola, seguindo-se Moçambique”, avançou à agência Lusa o vice presidente da Frestacom, Gil Teixeira.

“As coisas estão a correr bem, por isso, queremos entrar este ano em um ou dois países lusófonos, Angola e Moçambique, e é essa a estratégia de expansão que está a correr neste momento”, salientou. 

Gil Teixeira salientou que “a marca Playboy vale muito” e que é a primeira publicação da Frestacom, que quer crescer rapidamente para outros segmentos do mercado da imprensa e, a médio prazo, para a televisão, a rádio e os conteúdos por cabo. 

O vice presidente, que é o responsável pelo pelouro financeiro da Frestacom, considerou que “o mercado editorial está cheio de vícios que outros setores não têm”, mas recordou que o modelo da Playboy sempre assentou nas vendas da banca, o que lhe permitiu crescer em contra corrente com o mercado. 

“Em tempos de crise, conseguimos vendas muito acima das expetativas iniciais, tal como as receitas, e isso deve-se às vendas em banca, já que não sofremos com os cortes na publicidade, que tem um peso de apenas de cinco por cento na faturação da empresa”, salientou.

A Playboy Portugal tem uma média de apenas cinco inserções publicitárias ao final dos primeiros dozes meses de atividade, que puseram nas bancas 13 edições da revista. 

“Temos um custo de página caríssimo, muito acima do resto do mercado, e apostamos sobretudo nos conteúdos para os nossos leitores, já que são as vendas em banca que sustentam o negócio”, explicou Gil Teixeira em entrevista à Lusa.


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