Archive for Março, 2011

Dia em que nasceu – DIA DA AUDÁCIA

Março 18, 2011

Feliz daquele que nasce neste dia, pois a junção dos números 2 (dois) e 7 (sete) somados, representam o carisma do número 9 (nove). O nativo deste dia é normalmente conhecedor dos mistérios da vida e pode, se quiser, ir a extremos: para o bem ou para o mal, e normalmente com 18 anos já definiu o caminho que vai percorrer.

Virtudes: dedicação àquilo que acredita, generosidade e genialidade.

Fraquezas: falta de concentração e de persistência. Como lhe parece fácil realizar qualquer coisa, inclina-se a protelar tudo.

Normalmente intelectual, de natureza psicológica, é admirado e respeitado por todos que dele se aproximam, conseguindo realizar sonhos de paz e harmonia entre as pessoas. Tem personalidade audaciosa, liberal, corajosa, combativa e independente; é também grande amante da liberdade e não suporta dar satisfação dos seus atos, preferindo trabalhar só.

Quase sempre bem sucedido no plano material, dificilmente tem maiores problemas de dinheiro, pois sabe como consegui-lo. Tem elevado senso de fraternidade e mente Universal. É afetuoso, emotivo, nervoso e de certa maneira um tanto extravagante, principalmente em se tratando de sua aparência.

O amor, a afeição e dedicação ao semelhante representam muito e é capaz de grandes sacrifícios pelos que ama. É por demais pacífico e jamais procura problemas, o que não quer dizer que seja covarde; muito pelo contrário, pois se pode tornar violento quando atingido por injustiças e ingratidões. Caso não tenha uma existência superior e altruísta, as frustrações, fracassos e decepções podem lhe causar perturbações cardíacas e algum tipo de problema cerebral.

Março 13, 2011

Maria Gadú no CCB - 20110311

Grande show !!! O palco superou e muito – é o que se quer – o CD que estou habituada a ouvir.  Vestida de menina(o) sapeca, moleque mesmo, encheu o CCB com a força do seu vozeirão. E o CCB, cheio como nunca o vi, e já tenho alguns anos disto, rendeu-se a esta Paulistana, Carioca por opção.

Amei os arranjos das músicas, o cenário, a voz quente, a banda. Grandes músicos. A lembrança de Cássia Eller, para mim e acredito que para toda a gente, é constante.

Tivemos direito a cinco encores – onde se incluiu  ‘Ne me Quittes Pas’ de Jacques Brel, num arranjo diferente, mas que deu certo. Com um jeitinho tímido e calado, ela encheu o palco muito bem acompanhada pelos 5 músicos. Amei !!!

 


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