E vão sobrando poucos …

Vamos perdendo os nossos kotas, as nossas referências, vão partindo e nós ficamos meio perdidos.

Não é porque é o nosso pai, a nossa mãe, o avô do nosso filho, a nossa tia, esses vão e a dor é eterna, não vai passar nunca, a saudade vira nossa companheira.

Mas estamos a perder, os nossos músicos, os nossos escritores também. A geração da Utopia vai desaparecendo e nós? Esta geração que não é a das torres de Luanda e também não é bem da utopia, está algures no meio, perdida. Perdida porque começa a ficar sem pontos de referência.

Eu sei, sei que todo o mundo diz, no meu tempo é que era. Sei que temos sempre a mania que o nosso tempo é o melhor que existe, melhor do que está lá atrás e muito melhor do que está à frente, eu sei. Mas quando olho para o lado e vejo o desporto como está, a música, a literatura, a poesia … fico meio perdida. Admito.

Ontem partiu mais um. E para não dizerem que não estou aberta ao que é novo, à nova geração, ao que tem qualidade, deixo aqui a minha homenagem, na voz de Aline Frazão, uma jovem que descobri à pouco tempo – por sugestão do meu primo – e que estou a gostar muito.

Acho genial, esta “brincadeira” com a música do André. Até Sempre.

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