Carta aberta ao “miúdo”

Ela sempre acreditou ser possível a amizade, uma sincera amizade entre um homem e uma mulher, aliás faz gala disso, de ter bons e grandes amigos, no masculino da palavra.

Mas também sempre ouviu dizer que era impossível, que existe sempre interesse para além da amizade … as pessoas dizem “Ok! Tu até podes ser só amiga deles mas eles, eles se tu deixares, vão pisar o risco, todos eles! Os homens são todos iguais!” sempre disseram as pessoas.

E seguiu acreditando, confiando na amizade que tem pelos homens, por alguns homens, os amigos dela! E num belo dia cruza-se com o miúdo, este miúdo, o miúdo desta história.

Surge uma química, eles gostam de estar juntos, conversam bastante . . . e ela pensa “Ah! Tá aqui um bom amigo” e ele pensa “vou dormir com ela” . . . e o tempo vai passando e eles vão ficando mais e mais amigos, mas ela sempre explicando que a amizade também precisa de química, que eles só são bons amigos, que ela nunca pensou dormir com ele, … , e quando acabava o debate, a longa troca de idieas,  ela pensava “agora ele percebeu que a amizade entre homem e mulher é possivel”

Mas, quando ela virava costas, ele pensava “hum… se eu soubesse cantar, tu ficavas comigo!”

(N.A : miúdo … conforme prometido 🙂 )

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