A Internet : A Bela e o Monstro

Eu já nao sei viver sem. Tenho email em casa, no trabalho e no telemóvel. Tenho blog, hi5, msn e skype. Leio jornais, revistas, comunico com os amigos e familia que estão longe, e mesmo com os que estão perto. Compro bilhetes para espetáculos e passagens de avião. Reservo hotéis. Compro música, livros, filmes, roupa, jogos, carteiras …

Este ano recebi uma password para me registar e saber as notas do meu filho, na internet, o homework, a matéria das aulas, a comunicação com a escola e com os professores, claro que há sempre a possibilidade de agendar uma reunião presencial mas saber que eles estão ali, à distância de um click, para me ajudar, deixa-me mais descansada.

E as informações do Condomínio? Também já estão na net, temos página, onde também temos a administração a um click de nós para as nossas sugestões, dúvidas, informações …

Até as compras do Continente são comodamente entregues em casa depois de feitas online …

e podia continuar, continuar, continuar …

O Mundo ficou realmente mais pequeno, as distâncias são mais curtas. Quem não aprende, quem não entrar neste mundo, com qualquer idade, vai perder o comboio, não tenho dúvidas.

E isto leva-me ao que me fez pensar escrever este post. A Bela e o Monstro.

A Bela é a Portuguesa Ana Free, uma rapariga que estudou numa escola internacional, foi para Inglaterra fazer a licenciatura em Economia mas sempre gostou de música. De tocar, de cantar e de escrever. Foi pondo uns vídeos no youtube, passaram a ser os mais vistos (música) , e assim foi descoberta… A carreira está lançada, ela segue em frente e tudo começou na Internet.

E o Monstro, o assassino Finlandês (um dos paises mais evoluídos do Mundo) Matti Saari, de 22 anos, estudante que ontem matou 10 colegas e feriu 3 e depois se suicidou, anunciou o massacre no Youtube. Será que em outros tempos, onde os assassinos e loucos não viravam estrelas , isto aconteceria … ??!!

3 Respostas to “A Internet : A Bela e o Monstro”

  1. Jo Ann v., a writer on the D-List Says:

    Como tudo, há o bom e o mau…
    Mas eu quero apenas guardar o bom… Se não fosse a net, ninguém teria blog, eu não vos conheceria (tu, PP, Maria, o Chefe, etc e tal ;-)), eu não teria o Homem que me dá flores 😉
    Haverá sempre extremos. Mas mesmo sem net, esses extremos andam por aí. A única diferença, é que ninguém sabe…

  2. Fernando Baião Says:

    Coisas más, sempre houve e boas também. Gangues e mortes nas escolas, são bwé desde há muito tempo, muito tempo atrás , só que,no nosso Kimbo, não sabiamos. Iamos descobrindo que na América havia o Al Capone e o West Side Story e que na Metrópole, havia o Bairro Alto onde às vezes morria alguém, sem ser de morte natural. Na terra, só com as vizinhas Zongolas é que sabiamos alguma coisa, se o marido da outra tinha amantes ou se a mulher do outro acabou por fugir com o cunhado. Crimes de natureza “matada” não se ouvia falar. Cantores, tirando os portugueses, Amália e outros, só o nosso Ngola Ritmos e mesmo esses, em kaxexe, a maior parte das vezes. Mas, bem vinda a internet, como acima alguém disse, podemos hoje conversar, trocar ideias com pessoas que nem se conhecem pessoalmente e a amizade colorida está aí para ficar. à Lua já não irei, mas que seria bom eu enviar de lá uma mensagem para a minha querida Kianda, lá isso era, seria embora fine.
    Estamos juntos.

  3. kianda Says:

    Lindo F.Baiao, e deixa lá, que à Lua eu tb já não irei 🙂

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