Archive for the ‘Mundo’ Category

A call to action

Outubro 12, 2009

 Barack Obama recebeu prémio Nobel da Paz, e as reacções foram diversas. Todos concordamos que não foi uma homenagem por muito que já fez mas sim um incentivo para continuar a fazer, um instrumento de poder, ou como o próprio disse “…as a call to action” . O que acho é que ninguém duvida que é um homem de paz.

 E quando o ouvimos falar, a humildade nas palavras, a força no que ele acredita que pode ser feito, mas nunca por um homem sózinho, nunca por um só País, mas como um esforço conjunto de todos nós, um esforço conjunto de toda a humanidade, quando o ouvimos falar, alguém acha que ele não merecia este prémio, nesta altura? Como alguém deixou num comentário no FB “Porquê deixar para amanhã o que podia ser feito hoje?”

Deixo-vos com o homem, e as palavras:

Back-To-School Message to America’s Students

Setembro 9, 2009

Não sabia que seria possível gostar ainda mais deste homem. Por essa razão e com a remota esperança de que por um mero acaso algum político desta terra que escolhi para viver, bem como algum político da terra onde nasci e cresci, passe por aqui, por este silêncio recheado de palavras e aprenda alguma coisa, bem como, acho que esta mensagem serve para todos os alunos do mundo, para o herdeiro é de certeza, aqui fica a mensagem do Presidente Obama para os estudantes da América.

Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.

Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.

A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: “Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro…”

Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.

Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.

No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.

E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.

Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.

Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores – suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores – quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.

No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso.

E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.

Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia.

Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem – se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.

Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.

Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país.

Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem.

Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida – o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família – não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem.

A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro.

E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública.

Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais – centenas de horas a mais – que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade.

E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade.

A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo.

É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno.

Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar – que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.

No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: “Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido.”

Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam – temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais.

Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo.

Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem – um pai, um avô ou um professor ou treinador – e peçam-lhe que vos ajude.

E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram – nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.

A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor.

É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros.

Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?

As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes.

fonte:ionline

Hummm…

Julho 24, 2009

A China vai utilizar suas reservas de moeda para acelerar a presença internacional através da aquisição de empresas, revelou esta semana o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao, segundo o “Financial Times”.

A China é o maior detentor do mundo de reservas cambiais. Em declarações aos diplomatas chineses, segunda-feira à noite, Wen Jiabao disse que o objetivo é o país desfazer-se de parte dessas divisas para reforçar a presença chinesa fora das fronteiras nacionais.

“Devemos apressar a implementação da nossa estratégia de ‘saída’ para o exterior e combinar a utilização das reservas cambiais com a ‘saída’ das nossas empresas”, afirmou Wen Jiabao aos diplomatas, citado pelo FT.

O primeiro-ministro afirmou ainda que Pequim quer que as empresas chinesas aumentem a sua quota de mercado nas exportações mundiais.

O investimento direto da China em ativos não financeiros estrangeiros passou de 143 milhões de dólares em 2002 para 40,7 bilhões de dólares no ano passado.

Global Deal

Abril 2, 2009
retirada da net

retirda da net

Problemas globais precisam de medidas globais. Juntamente com a descida da taxa de referência do BCE para 1.25%,  a confiança voltou hoje e os mercados todos subiram (4% e 6% na Europa e +3% em Wall Street)  … há tanto tempo que não via tudo longe do vermelho…

As principais medidas saídas hoje da cimeira de Londres, que reuniu as principais economias industrializadas e emergentes do mundo :

– Ampliação de um trilhão de dólares da capacidade de intervenção dos organismos multilaterais, principalmente a multiplicação por três dos recursos do FMI para 750 mil milhões;
– Promessa de injectarem 5 mil milhões de dólares na economia antes do final de 2010;
– Pacote de apoio de 250 mil milhões de dólares ao comércio internacional;
– Acordo para publicar uma “lista negra” de paraísos fiscais não cooperantes com regras de partilha de informação financeira;
– Adopção de limites aos prémios recebidos pelos gestores da banca;
– Venda de uma parte das reservas de ouro do FMI para ajudar os países pobres;

Ficou a promessa de novo encontro este ano, ainda sem hora, nem local.

E continua … Vogue cover girl

Março 4, 2009
Vogue - Março2009

Vogue - Março2009

Michele Obama na capa de Março da Vogue. Fotografa por Annie Leibovitz  – meu sonho, ser fotografada pela Annie Leibovitz , não necessariamente ser capa da Vogue 😀  – com um vestido Jason Wu, o mesmo do vestido branco da dança. Nas páginas interiores, é o estilista de origem cubana Narciso Rodriguez que veste Michele.

É tradição, todas as primeiras damas desde  Lou Hoover (Bess Truman foi a única falha) foram fotografadas para a vogue, mas Mrs Obama é a segunda a aparecer na capa. A primeira?! Hilary Clinton.

Momento

Janeiro 19, 2009

Que voz!!! Mas reparem no ar feliz da Malia de máquina fotográfica na mão a fotografar a Beyoncé,  como qualquer outra fã da idade dela, acho que ainda não percebeu bem quem é o pai dela 😀

US Airways “aterra” no mar

Janeiro 16, 2009
The New York Times

foto: The New York Times

Um avião da US Airways com cerca de 151 pessoas a bordo “aterrou”  no Rio Hudson, junto a Manhattan – Nova Iorque. Todos os passageiros e tripulação foram salvos pelos Ferrys que navegavam no rio.  E não morreu ninguém.

Em princípio o piloto terá comunicado que o avião embateu num bando de gansos, ao perder os 2 motores ele ainda pensou em voltar para trás mas ao ver que não conseguia tentou uma manobra arriscada, amarar nas águas geladas do rio Hudson e conseguiu com sucesso. 

É tão bom ler, ouvir, ver estas notícias. Já sentia falta de um final feliz.

The most expensive cities in the world

Janeiro 14, 2009

Research by ECA International

Metodologia :
A pesquisa foi realizada em março de 2008 e é baseada numa cesta de bens e serviços que são comprados/usados por ocidentais expatriados. Não inclui itens tais como alojamento, custos utilitários, taxas escolares ou custos com automóveis.   ECA International é a maior associação de profissionais de recursos humanos (RH).  Foi criada em 1971 e inclui entre seus sócios empresas como Deutsche Bank, Robert Bosch, a Fujitsu Services, a Heineken, a Philips e a Rolls-Royce.

Most expensive cities in the world:

Rank 2008

Rank 2007

Cities

Countries

1

1

Luanda

Angola

2

2

Oslo

Norway

3

4

Stavanger

Norway

4

5

Copenhagen

Denmark

5

3

Moscow

Russia

6

9

Geneva

Switzerland

7

8

Libreville

Gabon

8

12

Zurich

Switzerland

9

15

Basel

Switzerland

10

17

Bern

Switzerland

11

14

Helsinki

Finland

12

6

Kinshasa

Congo

13

13

Tokyo

Japan

14

16

Abidjan

Cote d’Ivoire

15

18

Yokohama

Japan

16

21

Abuja

Nigeria

17

11

St Petersburg

Russia

18

7

Seoul

South Korea

19

27

Paris

France

20

20

Nagoya

Japan

21

29

Berlin

Germany

22

28

Vienna

Austria

23

26

Istanbul

Turkey

24

10

Central London

UK

25

33

Strasbourg

France

26

23

Dakar

Senegal

27

36

Stockholm

Sweden

28

31

Munich

Germany

29

30

Kobe

Japan

30

37

Rome

Italy

31

41

The Hague

Netherlands

32

38

Milan

Italy

33

40

Brussels

Belgium

34

47

Gothenburg

Sweden

35

39

Dusseldorf

Germany

36

46

Dublin

Ireland

37

45

Ankara

Turkey

38

62

Tel Aviv

Israel

39

59

Jerusalem

Israel

40

53

Toulouse

France

41

51

Luxembourg City

Luxembourg

42

49

Frankfurt

Germany

43

19

Busan

Korea

44

60

Lyon

France

45

55

Hamburg

Germany

46

52

Lagos

Nigeria

47

63

Amsterdam

Netherlands

48

57

Stuttgart

Germany

49

61

Antwerp

Belgium

50

22

Ulsan

South Korea

 

As “minhas” figuras de 2008

Dezembro 26, 2008

pelos seus 20 anos de carreira a cantar o sofrimento, a alegria, a solidão, a esperança do povo Angolano… pelos cerca de 21 mil fãs que encheram o estádio dos Coqueiros.

Em Angola – Paulo Flores
 
retirada da net

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Em Portugal  – Nélson Evora

pelo salto de 17.67m que lhe valeram a medalha de ouro nos JO Pequim 2008

retirada da net

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No Mundo – Barack Obama

porque fez história e tenho a certeza que continuará a fazer…

retirada da net

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Black is Beautifull – Miss França 2009

Dezembro 10, 2008
retirada da net

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Realmente acho que os inclassificáveis que sempre acharam que os negros eram inferiores, eram menos bonitos, menos inteligentes estão a perder terreno…Eu continuo a acreditar, e em termos raciais o meu filho parece começar a ter um Mundo melhor. Mas infelizmente, começam/continuam as lutas  pelas fronteiras e as lutas religiosas …