Archive for the ‘Porque sim’ Category

E vão sobrando poucos …

Outubro 12, 2011

Vamos perdendo os nossos kotas, as nossas referências, vão partindo e nós ficamos meio perdidos.

Não é porque é o nosso pai, a nossa mãe, o avô do nosso filho, a nossa tia, esses vão e a dor é eterna, não vai passar nunca, a saudade vira nossa companheira.

Mas estamos a perder, os nossos músicos, os nossos escritores também. A geração da Utopia vai desaparecendo e nós? Esta geração que não é a das torres de Luanda e também não é bem da utopia, está algures no meio, perdida. Perdida porque começa a ficar sem pontos de referência.

Eu sei, sei que todo o mundo diz, no meu tempo é que era. Sei que temos sempre a mania que o nosso tempo é o melhor que existe, melhor do que está lá atrás e muito melhor do que está à frente, eu sei. Mas quando olho para o lado e vejo o desporto como está, a música, a literatura, a poesia … fico meio perdida. Admito.

Ontem partiu mais um. E para não dizerem que não estou aberta ao que é novo, à nova geração, ao que tem qualidade, deixo aqui a minha homenagem, na voz de Aline Frazão, uma jovem que descobri à pouco tempo – por sugestão do meu primo – e que estou a gostar muito.

Acho genial, esta “brincadeira” com a música do André. Até Sempre.

Ate voas…

Agosto 18, 2010

Voaste, foste perdendo o medo à medida que o tempo ia passando, ou devo dizer, as notas iam crescendo.

Tava curiosa, confesso, muito curiosa, já experimentaste voar outras vezes, e caíste, e levantaste, é assim, quando se aprende a voar. Por vezes partimos as asas e nunca mais conseguimos voar. Mas tu és teimoso.

E talvez o devas ser. Gostei de te ver voar, porque achei que desta vez, voavas baixinho, e devagarinho, ainda perto de casa, testando aqui e ali, com medo. Um medo, normal, que só tem quem sabe ser humilde. Porque ninguém nasce grande, todos têm que aprender a voar.
Onde o voo te leva, eu não sei, se para as nuvens ou se para aqui bem perto, não sei, mas só saberás assim, voando devagarinho, fortalecendo as asas. Com gente à volta, mas sozinho.

Conheciam?

Fevereiro 2, 2010

Por causa de uma triste notícia, o terramoto do Haiti, ouvi falar de Zilda Arns. Brasileira que infelizmente perdeu a vida na tragédia. Fundadora da Pastoral Criança, dedicou a vida existência a tentar minorar o sofrimento dos que têm menos e a evitar o desperdício da vida. Até ao último minuto…tava em Port’ Principe para uma palestra e foi no fim dessa palestra que se deu o terramoto e ela ficou por baixo dos escombros de um edifício de 3 andares em frente à Igreja Sacré Coeur de Tugeau!
Fiquei apaixonada pela história desta mulher, o extraordinário sucesso do programa criado por Zilda Arns, em conjunto com o arcebisto de Salvador, Geraldo Majella admira pela simplicidade, baseia-se na adopção, por parte das mães de medidas simples mas que podem salvar a vida dos seus filhos.

O mérito da Pastoral da Criança, que se vale do trabalho voluntário – e que ensina as mães a cuidar melhor do desenvolvimento dos filhos em vez de torná-las dependentes de uma organização que o faça – para fazer chegar a quem precisa, medidas simples e com eficácia comprovada, como a aplicação do soro caseiro (2 colheres de sopa de açúcar e uma de sal dissolvidas em 1 litro de água limpa) em crianças desidratadas e a ingestão da multimistura (farinha que aproveita folhas e grãos) para combater a desnutrição.

Quando iniciaram o trabalho, há muitos anos atrás, no Paraná, a mortalidade infantil baixou de 127 mortes em 1000 nascimentos, para 28 mortes.

Parece simples, não é?! Então porquê?!

José Luís Peixoto

Novembro 16, 2009

Gosto cada vez mais da escrita em crónica de José Luis Peixoto. Aliás não conheço a outra, a dos livros, por culpa minha claro. No outro dia chamou-me a atenção a crónica que não era contra os taxistas. Uma situação pela qual já passei diversas vezes – quem não passou – o medo dos taxistas no aeroporto da Portela, medo sem aspas mesmo. E o final feliz com o taxista brasileiro.

E hoje, a crónica “Sózinho, como um cão”. Talvez a escrita tão “fácil”, tão perto de nós, palavras que quase saiem do papel e nos tocam, de tão chegadas. A dor que sentimos não é a dor dele, o ser humano é egoísta e pensando bem, nós nem nos conhecemos. A dor que sentimos é a nossa própria dor, a dor de um passado, de um presente ou até de um futuro que não sabemos mas imaginamos, porque afinal, qual de nós nunca se sentiu sózinho, como um cão?

“…Não ia pensar naquilo que ainda sinto por ela, não ia pensar naquilo que ela pode estar a fazer agora (ler esta crónica), não ia pensar que ela me ligava quando tinha dúvidas de gramática ou quando encontrou uma lagartixa (sardanisca) na casa dela. Porque agora ela já não me liga. Deve ter encontrado outra pessoa a quem ligar.”

E o pensamento voa

Outubro 26, 2009

De repente quando li este texto no suplemento “Mutamba” do Novo Jornal enviado como sempre pela minha amiga AL (já que o pai deixou de o fazer, não sei porquê), o meu pensamento voltou ao passado.
O Cacé Cassé é mais velho do que eu é verdade, mas todas estas recordações dos anos 80 são minhas também. Ele mais como interveniente, eu mais como expectadora. E também as saudades da mesma Rádio Nacional. A Gizela?! Que é feito da Gizela?! Lembrar “O Sol” e a Milú, ainda Monteiro.
E o Eduardo? O Cambwengo, tantas histórias teria eu também.
Adorei o texto e tudo o que está fora do texto, por isso aqui fica, acredito que com a licença do Cacé Cassé.

Tinha jurado a mim mesmo aparecer anónimo em meio a esta homenagem que a RNA resolveu fazer-te, através do Top dos Mais Queridos. Sucedeu tanta coisa, o tempo passou tão depressa, chegámos à idade em que começamos a perder alguns dos nossos mais próximos, e a vida tornou-se naquilo que tem sido, geração após geração, o nosso destino: muitas frustrações com muito copo à mistura, desilusões impensáveis há 30 anos atrás, distâncias enormes criadas com quem, por vezes, atravessou parte fundamental desse pedaço de vida junto a nós. Porém, e como é recorrente nestas situações, começaram a passar-me pela tola, imagens de tudo quanto, desde os anos 80 acabámos por, de algum modo construir, num tempo em que, igualito como hoje, ainda não era possível alguém levantar-se e fazer algo original, que não fosse, nesta nossa terra, alimentada ainda pela inveja, pela raiva, pelo complexo, pelo medo, pela incapacidade, omitir ou tentar destruir.

Partir só pelo puro gozo de partir, sempre e quanto mais fica claro que não são capazes de fazer. Não fazer, mas, principalmente, não deixar fazer. Assim crescemos, entre a sorte de termos ambos Pais extraordinários, um punhado de amigos e apoiantes, e uma estrutura como era a da Rádio Nacional, onde se vivia, respirava e transpirava rádio de verdade, num sentido rigoroso de serviço público e não era ainda um grande armazém de venda de consciências e troca mercantil de dinheiros por passagens de discos…

Lembro-me de entrar na CT 1, e da magia do Arriscado e do Ferreira Marques. Do espanto de, em dois, três dias, estarmos ali horas e horas a compor, a idealizar, a sonhar. Afinal, era só aquilo que nós queríamos. A possibilidade de mostrar aos outros, de levar ao público, as coisas bonitas que íamos fazendo nascer, junto com o Bruno, o Levy, depois o Bibi e por aí fora.

O orgulho de ter nos “Caçulinhas da Bola” uma canção nossa, com um poema dito pelo Rui Carvalho – a quem ainda homenageámos dando-lhe o nome do Auditório que ele construiu e que rapidamente foi entregue não sei sequer a quem, fazendo com que a Rádio perdesse logo desde aí um dos seus principais alicerces…. Se calhar, na volta, o importante era que o nome do Rui desaparecesse rapidamente…!!! O disco a vinil saído a ferros, com a ajuda sempre solidária do António Fonseca, da Maria Luísa. A actuação na União dos Escritores, onde pedimos que fosse debatido o que andávamos a cantar e a tocar. As actuações nas Faculdades que começaram, como sempre tem sido, a desagradar aos militantes mais atentos, mais propensos ao controlo e à censura: que é que era isso, jovens a cantarem nas faculdades? Os mesmos de sempre, que hoje, engravatados engrossam o coro de democratas ultra-liberais cuja função é encherem os bolsos e esquecer quem eram, donde vieram, e o que andaram a (des)fazer em nome do zelo e do sentido que sempre tiveram de criados servidores, atentos e obrigados…

Se tivermos tempo e vida, vamos contar um dia todas essas histórias. E lembrar, evidentemente, não só esse lado, o lado do “Dizer Adeus”, que provocou telefonemas de Ministros mais uma vez aos nossos Kotas, quando queríamos apenas cantar, dizer o que sentíamos, o que víamos, o que já, afinal, graças ao Tio Abílio e à Tia Maria, até já suspeitávamos. Mas contar da Gizela, do Ângelo, do Joseca, do João Assunção, e de tantos e tantas que foram passando nas tuas mãos, nascendo para a música pela tua mão. Alguns deles, hoje agradecem a terceiros o que tinham de nos agradecer a nós. É como tudo na vida… Recordar o “Steinway” onde começaste a tocar piano e te chamavam de brincadeira o Bela Bartok de Angola…

Criaste. Foste para longe – por imperativos profissionais e voltaste. Mas construíste: abriram-se caminhos, descobrimos pessoas, contámos as histórias segundo uma verdade que nos foi transmitida por nossos Pais. Agitámos. Incomodámos. Nunca ficámos satisfeitos. Não sei mesmo se em algum momento, fomos felizes. Momentos de felicidade, sim, muitos. Felizes em toda a sua plenitude, nunca, jamais, em tempo algum. Não é possível. Poucos gostam de ver os outros felizes!!! Resta a consolação da consciência tranquila, do sorriso menos aberto, mais calmo e ponderado mas mais seguro, da experiência que todas estas andanças nos trouxe. E sobretudo, acima de tudo, valendo tudo, recordando o nosso gigante Rui Carvalho, a partir do grande Paulo Gracindo e da frase que ele tanto gostava de dizer: “Fi-lo porque qui-lo”…
Até já, meu irmão das estradas da vida.
Carlos Ferreira

A call to action

Outubro 12, 2009

 Barack Obama recebeu prémio Nobel da Paz, e as reacções foram diversas. Todos concordamos que não foi uma homenagem por muito que já fez mas sim um incentivo para continuar a fazer, um instrumento de poder, ou como o próprio disse “…as a call to action” . O que acho é que ninguém duvida que é um homem de paz.

 E quando o ouvimos falar, a humildade nas palavras, a força no que ele acredita que pode ser feito, mas nunca por um homem sózinho, nunca por um só País, mas como um esforço conjunto de todos nós, um esforço conjunto de toda a humanidade, quando o ouvimos falar, alguém acha que ele não merecia este prémio, nesta altura? Como alguém deixou num comentário no FB “Porquê deixar para amanhã o que podia ser feito hoje?”

Deixo-vos com o homem, e as palavras:

Monólogo de uma mulher moderna

Setembro 30, 2009

Recebi por email e amei. Logo hoje que tanto me custou a levantar da cama, depois de ler isto senti ainda mais vontade de atirar com um tijolo à cabeça da primeira mulher que andou a queimar soutiens. Quem disse que eu não queria ficar em casa e ser sustentada?! Quem disse?! Vá e agora, feministas, atirem-me lá o vosso tijolo.

São 5h30 da manhã, o despertador não pára de tocar e não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede.
Estou acabada.
Não quero ir trabalhar hoje.Quero ficar em casa, a cozinhar, a ouvir música, a cantar, etc
Se tivesse um cão levava-o a passear nos arredores.
Tudo, menos sair da cama, meter a primeira e ter de por o cérebro a funcionar.
Gostava de saber quem foi a bruxa imbecil, a matriz das feministas que teve a ideia de reivindicar os direitos da mulher e porque o fez connosco que nascemos depois dela?
Estava tudo tão bem no tempo das nossas avós, elas passavam o dia todo a bordar, a trocar receitas com as suas amigas, ensinando-se mutuamente segredos de condimentos, truques, remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos seus maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, recolhendo legumes das hortas e educando os filhos.
A vida era um grande curso de artesãos, medicinas alternativas e de cozinha.
Depois, ainda ficou melhor, tivemos os serviços, chegou o telefone, as telenovelas, a pílula, o centro comercial, o cartão de credito, a Internet!
Quantas horas de paz a sós e de realização pessoal nos trouxe a tecnologia!
Até que veio uma tipa, que pelos vistos não gostava do corpinho que tinha, para contaminar as outras rebeldes inconsequentes com ideias raras sobre como vamos conquistar o nosso espaço…Que espaço?!
Que caraças!
Se já tínhamos a casa inteira, o bairro era nosso, o mundo a nossos pés
Tínhamos o domínio completo dos nossos homens, eles dependiam de nós para comer, para se vestirem e para parecerem bem à frente dos amigos…
E agora, onde é que eles estão?
Agora eles estão confundidos, não sabem que papel desempenham na sociedade, fogem de nós como o diabo da cruz.
Essa piada, acabou por nos encher de deveres.
E o pior de tudo é que acabou nos lançando no calabouço da solteirice crónica aguda
Antigamente, os casamentos eram para sempre
Porquê
Digam me porquê…
Um sexo que tinha tudo do melhor, que só necessitava de ser frágil e deixar-se guiar pela vida começou a competir com os machos…
A quem ocorreu tal ideia
Vejam o tamanhão dos bíceps deles e vejam o tamanho dos nossos!
Estava muito claro que isso não ia terminar bem.
Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de ser magra como uma escova de dentes, mas com as mamas e o rabo rijos, para o qual tenho que me matar no ginásio, ou de juntar dinheiro para fazer uma mamoplastia, uma lipo, ou implantes nas nádegas…
Alem de morrer de fome, pôr hidratantes anti-rugas, padecer do complexo do radiador velho a beber água a toda a hora e, acima de tudo, ter armas para não cair vencida pela velhice, maquilhar-me impecavelmente cada manhã desde a cara ao decote, ter o cabelo impecável e não me atrasar com as madeixas, que os cabelos brancos são pior que a lepra, escolher bem a roupa, os sapatos e os acessórios, não vá não estar apresentável para a reunião do trabalho.
E não só mas também, ter que decidir que perfume combina com o meu humor, ter de sair a correr para ficar engarrafada no transito e ter que resolver metade das coisas pelo telemóvel, correr o risco de ser assaltada ou de morrer numa investida de um autocarro ou de uma mota, instalar-me todo o dia em frente ao PC, trabalhar como uma escrava, moderna claro está, com um telefone ao ouvido a resolver problemas uns atrás dos outros, que ainda por cima não são os meus problemas!!!
Tudo, para sair com os olhos vermelhos – pelo monitor, porque para chorar de amor não há tempo!
E olhem que tínhamos tudo resolvido…
Estamos a pagar o preço por estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, perfumadas, unhas perfeitas, operadas, sem falar do currículo impecável, cheio de diplomas, de doutoramentos e especialidades, tornámo-nos super-mulheres, mas continuamos a ganhar menos que eles e, de todos os modos, são eles que nos dão ordens!!!!
Que desastre!
Não seria muito melhor continuar a cozer numa cadeira??
Basta!!!
Quero alguém que me abra a porta para que possa passar, que me puxe a cadeira quando me vou sentar, que mande flores, cartinhas com poesias, que me faça serenatas à janela!
Se nós já sabíamos que tínhamos um cérebro e que o podíamos utilizar, para quê ter que demonstra-lo a eles??
Ai meu Deus, são 6h10 e tenho que me levantar da cama…
Que fria está esta solitária e enorme cama!
Ahhhh… Quero um maridinho que chegue do trabalho, que se sente ao sofá e me diga: ‘Meu amor não me trazes um whisky por favor?’ ou ‘O que há para jantar?’…
Porque descobri que é muito melhor servir-lhe um jantar caseiro do que abocanhar uma sanduíche e beber uma Coca-Cola light, enquanto termino o trabalho que trouxe para casa.
Pensas que estou a ironizar ou a exagerar?
Não, minhas queridas amigas, colegas inteligentes, realizadas, liberais e idiotas!
Estou a falar muito seriamente…
Abdico do meu posto de mulher moderna.
E digo mais: A maior prova da superioridade feminina era o facto de os homens esfalfarem-se a trabalhar para sustentar a nossa vida boa!
Agora somos iguais a eles!

So true

Agosto 6, 2009

Virgem – 24/Agosto a 23/Setembro – A Perfeccionista

Personalidade: A Virgem é a eterna adepta da crítica. Rigorosa, metódica e sensível. No seio de um grupo é provável que esteja sossegada. Transmite a imagem de um ser encantador e sonhador. Efectivamente, é uma mulher moderada e afável. Tem poucos sonhos impossíveis. De elemento terra, é concisa, prática e detecta os erros mais intímos, usualmente incapazes de assinalar. É perfeccionista embora não perfeita. Geralmente nega os seus próprios defeitos. É prudente em termos financeiros. É considerada egoísta, contudo, é generosa. Gosta da verdade e da pontualidade. Detesta a hipocrisia. Tem, frequentemente, a mania das doenças.

Amor: Alimenta poucas ilusões relativamente às pessoas. Tem mente pura. O seu amor é verdadeiro mas se reconhecer que vive um casamento pouco perfeito não hesitará em cortar os laços. Consegue ser extremamente prática e romântica. E se estiver terrivelmente apaixonada é capaz de abandonar o marido por um homem que acabou de conhecer. Quem a quiser conquistar deverá avançar de forma lenta e com graciosidade. Entre a família será profundamente disciplinadora com os filhos.

Carreira: É mais provável encontrá-la a trabalhar até tarde no escritório do que a confraternizar com os colegas. Anda sempre demasiado ocupada a sonhar acordada. Tem uma preocupação crónica. É sincera e de confiança. Trabalha arduamente. Tem tendência para o mundo das artes. Mas sempre com enorme conotação crítica. Não nasceu para ser uma destacada executiva nem líder. Aos olhos dos outros será vista como bondosa e justa. As promoções demasiado rápidas não a motivam. Espera contudo ser devidamente retribuída pelos seus esforços. O dinheiro é um elemento determinante para ela.

Compatibilidade: Touro, Virgem, Capricórnio e Peixes, são os signos mais compatíveis.

Cor: Verde e Azul-celeste.

Se…

Julho 30, 2009

Eu acho que posso dizer estas coisas porque não sou líder de massas, não sou figura pública, aliás nem figura sou. O pessoal do emprego – menos a minha gémea M. – não sabe que eu tenho um blog e que vou escrevendo umas patetices, por isso acho que posso escrever isto.
Aliás, pensando bem, eu escrever isto só deve interessar mesmo a mim e a mais ninguém. Quem cá vier parar, “residente” ou “visitantes”, e no momento em que estiver a ler, vai pensar
– E eu com isso ?!

O que é certo é que ainda não voto em Portugal, simplesmente porque a burocracia acaba normalmente com a minha vontade de tratar de documentos quando esse “tratar” se resume a mais do que, já complicados, 3 ou 4 passos.

Ainda não voto cá porque ainda não tenho cartão de eleitor, problema que se resolverá quando eu tiver o cartão único (como é que se chama?) e não precisar de testemunhas (que não preciso de conhecer) a atestar que moro onde as finanças dizem que eu moro, onde a EDP diz que eu moro, onde a minha agência bancária diz que eu moro, onde a Zon tv cabo sabe que eu moro …

O post resume-se a
Se eu já votasse, em Setembro , votava no PS !!!

Sonhos

Junho 13, 2009

E de repente tenho ao meu lado um homem com a sabedoria dos 50 anos , o charme dos 40, a imaginação dos 30 – quer experimentar tudo 🙂 – e, claro, pra isso tudo, a energia dos 20 … outra vez?!

Opppppppppppssssss … acordei !!!