Um arrepio

Outubro 11, 2011

Foi o que senti quando me tocaste hoje no braço …

Alguma coisa

Outubro 11, 2011

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Alguma coisa nesta foto mexe comigo. Eu que até não gosto de laton com olhos claros, mas gostei desta foto. O olhar intenso, o brilho, alguma coisa mexe comigo. Hoje vi esta foto e imediatamente senti que a tinha que publicar, que tinha que dizer alguma coisa sobre ela.
Porque um dia, um dia destes, vou saber porquê, vou conseguir perceber o que gostei nesta foto. Entretanto fico com a intensidade do olhar.

My Letter to the Lord

Outubro 4, 2011

(tirada da internet)

A K. ontem apresentou-me a esta menina… ela canta, escreve, compõe, toca … e eu sei lá que mais.

Tem estado a tocar nos meus ouvidos toda a manhã, em repeat mode, e estou a amar.

E descobri também, que nos meus 20 e alguns anos, se eu soubesse escrever, se eu cantasse, esta teria sido, sem sobra de dúvidas, a minha Letter to the Lord. Com todas as vírgulas.

Uma resposta

Setembro 17, 2011

A pergunta mais estranha que me fizeram num encontro? Uma rapariga perguntou-me se eu tinha encontrado Deus. E eu, que sou um ser humano perturbado respondi: “Sim, está dentro das minhas calças.” O encontro não durou muito mais …
(Justin Timberlake)

E tudo se passa em outro mundo

Setembro 14, 2011

Clara sentava-se sempre no mesmo sítio, sempre no mesmo lugar. Ele chegava depois dela, sempre. E quase imediatamente procurava por ela. Os olhos…

Os olhares cruzavam-se … e … cruzavam-se! Nada, nem um sorriso, nem um sinal. Parecia triste, aquele olhar sempre lhe transmitiu tristeza.

Ela sempre achou que os olhos são o espelho da alma, mas aquela alma, ela não consegue ler. Não sabe o que fazer, não sabe o que ele quer que ela faça. Ali ficam, de tempos a tempos, mais uma vez, o olhar. Sempre o olhar, um olhar profundo, que quer transmitir alguma coisa, mas Clara não sabe o quê.

Fica presa ao momento, esperando pelo outro momento, que ela sabe que vai acontecer, mas que é igual ao outro, o olhar, os olhares, os olhos, e nada mais.

No último dia, Clara arriscou, resolveu sorrir, um sorriso tímido que cumprimentava, que não dizia muito, mas sempre aprendeu que um sorriso vale mil palavras, ou por vezes é igual ao botão direito do rato, quando não sabe mais o que fazer, sorria (clique no botão direito do rato, há sempre uma solução), e imediatamente os olhos dele brilharam, sempre os olhos, já não eram uns olhos tristes, havia um misto de felicidade e alívio. E sorriu, um sorriso que cumprimentava.

Que engraçado – pensou Clara, tão fácil comunicar com os olhos. Talvez cerca de 10 metros os separam e eles conseguem “falar”. Voltaram ao mesmo, de vez em quando, os olhos , sempre os olhos, encontram-se, mas agora mais brilhantes, agora, com mais intimidade, como se fossem amigos.

Nesse dia ela voltou para casa, como sempre voltava. Mas mais feliz. Ainda não sabe ler aquela alma, não sabe o que ele quer, não sabe o que ele quer transmitir, não sabe o que ele quer dizer, mas sabe que quando voltar aquele sitio, e se sentar naquele lugar, o lugar de sempre, ele chegará, depois dela, e ela sabe que ele a vai procurar com o olhar. E ela vai sorrir.

Tudo isto se passa em outro mundo.

Amorzade

Julho 23, 2011

” O pintor italiano Valerio Adami dedicou-me assim um desenho Com Amorzade e a justeza da expressão surpreendeu-me: não me tinha passado pela cabeça que é exactamente o que sinto pelos meus amigos, os vivos, e aqueles que morreram, ou antes, não morreram, só não puderam vir hoje, logo à noite ou amanhã telefonam e estarão no sítio em que combinámos, sem falta, e a gente a abraçar-se às palmadas nas costas. Porque razão os homens se abraçam sempre às palmadas nas costas? Sobretudo se estivermos uns tempos sem nos vermos é um festival de pancadaria cúmplice, acompanhado de palavras ternas tais como

– Meu cabrão

e outras doçuras do género. ”

by António Lobo Antunes

Não sei

Julho 21, 2011

Apetece-me escrever mas não sei o quê … por isso acho que vou ficar mais um tempo em silêncio, quem sabe grito alguma coisa.

Pai Cabé

Maio 30, 2011

Vou usar as palavras do Cassé. Tamos juntos…
(clicar na imagem para ler)

Dia em que nasceu – DIA DA AUDÁCIA

Março 18, 2011

Feliz daquele que nasce neste dia, pois a junção dos números 2 (dois) e 7 (sete) somados, representam o carisma do número 9 (nove). O nativo deste dia é normalmente conhecedor dos mistérios da vida e pode, se quiser, ir a extremos: para o bem ou para o mal, e normalmente com 18 anos já definiu o caminho que vai percorrer.

Virtudes: dedicação àquilo que acredita, generosidade e genialidade.

Fraquezas: falta de concentração e de persistência. Como lhe parece fácil realizar qualquer coisa, inclina-se a protelar tudo.

Normalmente intelectual, de natureza psicológica, é admirado e respeitado por todos que dele se aproximam, conseguindo realizar sonhos de paz e harmonia entre as pessoas. Tem personalidade audaciosa, liberal, corajosa, combativa e independente; é também grande amante da liberdade e não suporta dar satisfação dos seus atos, preferindo trabalhar só.

Quase sempre bem sucedido no plano material, dificilmente tem maiores problemas de dinheiro, pois sabe como consegui-lo. Tem elevado senso de fraternidade e mente Universal. É afetuoso, emotivo, nervoso e de certa maneira um tanto extravagante, principalmente em se tratando de sua aparência.

O amor, a afeição e dedicação ao semelhante representam muito e é capaz de grandes sacrifícios pelos que ama. É por demais pacífico e jamais procura problemas, o que não quer dizer que seja covarde; muito pelo contrário, pois se pode tornar violento quando atingido por injustiças e ingratidões. Caso não tenha uma existência superior e altruísta, as frustrações, fracassos e decepções podem lhe causar perturbações cardíacas e algum tipo de problema cerebral.

Março 13, 2011

Maria Gadú no CCB - 20110311

Grande show !!! O palco superou e muito – é o que se quer – o CD que estou habituada a ouvir.  Vestida de menina(o) sapeca, moleque mesmo, encheu o CCB com a força do seu vozeirão. E o CCB, cheio como nunca o vi, e já tenho alguns anos disto, rendeu-se a esta Paulistana, Carioca por opção.

Amei os arranjos das músicas, o cenário, a voz quente, a banda. Grandes músicos. A lembrança de Cássia Eller, para mim e acredito que para toda a gente, é constante.

Tivemos direito a cinco encores – onde se incluiu  ‘Ne me Quittes Pas’ de Jacques Brel, num arranjo diferente, mas que deu certo. Com um jeitinho tímido e calado, ela encheu o palco muito bem acompanhada pelos 5 músicos. Amei !!!